Campaña por Mauricio Hernández Norambuena
 
   Sexta-feira, 30 de Julho de 2010


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Mauricio en Chile, ya

Carta do grupo de Direitos Humanos.


Caros Companheiros Carta do grupo de Direitos HUmanos (Coletivo Conta a Tortura)sobre a reportagem da revista FORUM de 02/2008.

À jornalista Brunna Rosa Revista FORUM Cara jornalista Li na última edição da revista FORUM (março /2008) a reportagem sobre “A história do Comandante Ramiro”, ou seja, sobre o chileno Mauricio Hernandez Norambuena, que participou de uma ação política: o seqüestro do publicitário Washington Olivetto, em dezembro de 2001 na cidade de São Paulo.

Inicialmente parabenizo a lucidez e a coragem da revista e da jornalista em abordar o assunto em questão, matéria rejeitada pela mídia brasileira oportunista, burguesa e hipócrita, inclusive pelos jornais impressos e eletrônicos alternativos.

Gostaria de abordar o assunto, comentando algumas questões mencionadas na reportagem:

1 – Mauricio Norambuena já “circulou” por vários presídios no Estado de São Paulo e ultimamente está preso em Catanduvas, presídio federal no Paraná. O regime sempre foi o mesmo, o RDD – Regime Disciplinar Diferenciado, punindo o condenado a ficar isolado permanentemente, sem direito a contato com outros detentos e recebendo muito raramente visitas de parentes. Segundo vários estudos técnicos de médicos e de psicólogos, esse regime é na verdade discriminatório, ilegal e danoso para a saúde humana. Segundo o I Seminário Internacional sobre a Tortura realizado no período de 25 a 27 de fevereiro, na USP, e patrocinado pelo NEV-USP, o regime do RDD é a prática da tortura pelo Estado. E o Estado brasileiro, hoje governado por muitos ex-presos políticos, se faz de cego e surdo, abordando o assunto da tortura parcialmente e sempre nos bastidores. Enquanto isso, os familiares de Maurício Norambuena afirmam que o seu estado de saúde é grave.

2 – Não é verdade que todos os demais participantes do seqüestro estão cumprindo a pena em seus países de origem. Pelo contrário, a maioria dos condenados continuam presos em diferentes presídios do Estado de São Paulo, sem o direito a benefícios jurídicos previstos na Lei de Execuções Penais (regime semi-aberto) e longe de suas famílias.

3 – Complementando o relato da jornalista, é preciso dizer que a condenação á 16 anos, na primeira instância, em sentença proferida pela juíza Kenarik Felippe, conhecida por sua posição favorável aos direitos humanos, reconheceu a "motivação política" do ato.

No julgamento da segunda instância esse elemento foi arbitráriamente deixado de lado.

Marco A Santos – CCT Coletivo Contra Tortura SP 14/03/2008

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    R. D. (Austrália)

    Mauricio, Mi nombre es Rodolfo, talvez te recuerdes de mi si te digo que me llamaban de "El Rolo". Estudie en el Liceo 2 de Recreo. El pato me conoce bien ya que ademas de ser amigos estuvimos compartiendo un tiempo como presos politicos en la carcel de Valparaiso (1974). Tu mama me tenia mucho aprecio y yo tambien la estimaba y respetaba mucho.Yo te voy a enviar una carta y te voy a ir a visitar a Brasil apenas pueda. Recibe de mi parte un gran abrazo .."El Rolo"

    j. m. (Chile)

    Este país te debe mucho. Quisiera algun día poder jugar una pichanga contigoen los cerros de tu valparaíso y luego apurar unas cervezas para que nos enseñes de que hay estar hecho para intentar ajusticiar a un tirano. No te olvidaremos

    j. o. r. (Chile)

    es ahora que debemos demostrar que somos un pais democratico que somos responsables de hasta el ultimo chileno que esta lejos